
Eu...
Prezado senhor reitor da UFG,
Sem dúvida o assunto do momento; as cotas, reservadas a alunos de escola pública e a negros, levaram-me a escreve-lhe. A revolta é apenas previsível em alguém que, há dois anos, batalha para conseguir uma vaga. Peço-lhe, portanto, que me ouça mesmo que eu apenas repita o senso comum.
Devemos, primeiramente, notar que, de acordo com a Constituição brasileira de 1989, somos todos iguais perante a lei. Devemos, logo, receber tratamentos iguais. As cotas, por isso, mostram-se questionáveis, pois violam o artigo 5° dos direitos fundamentais do indivíduo. Essa universidade, como uma instituição federal, deveria, logo, assegurar as leis e procedimentos que regem nossa sociedade.
É preciso, ainda, dizer que o programa de cotas, apesar de sua intenção de incluir os indivíduos que se encontram à margem da sociedade, nada trará alem do preconceito, da exclusão e do ódio. Não é admissível sanar as injustiças existentes por meio de outras. É preciso que lutemos por um país onde todos tenham oportunidades, direitos e deveres iguais. Não devemos, portanto, escolher um restrito grupo a ser beneficiado enquanto vários outros setores da sociedade serão excluídos e prejudicados por tal benefício. É notório que essa é uma solução que trará mais malefícios que bens; pois, ao aceitar o programa de cotas, a idéia de superioridade intelectual e competitiva de certos grupos sociais sobre outros fica implícita. Tal política dissemina, portanto, a prática do racismo e estimula o ódio mútuo entre as diferentes classes brasileiras.
Peço, portanto, que essa política seja revista, pois desde pequenos somos ensinados a pensar que a democracia, regime político que rege nosso país, assegura que os direitos de um cidadão apenas terminam aonde começam o de seu próximo. Por que ferir então a liberdade de nossa gente? Por que privar um direito que é inerente a todos os cidadãos brasileiros? A justa e igualitária competição deve ser o programa de seleção à universidade e não o descriminante sistema de cotas.
Falo, ainda, na possibilidade de criar novas vagas, em todos os cursos, destinadas exclusivamente às classes menos favorecidas. Esse seria o método, mesmo que desigual, mais justo para com a sociedade como um todo.
Despeço-me com o artigo 3° dos direitos fundamentais do indivíduo: "IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.
Atensiosamente,
Augusto

Composição: D´Black/ Dalto Max/ Leonardo Teixeira
"Alô?"
"Olha, eu só tenho um minuto..."
Por onde quer que eu vá vou te levar pra sempre
A culpa não foi sua
Os caminhos não são tão simples, mas eu vou seguir
Viagem em pensamentos
Uma estrada de ilusões que eu procuro dentro do meu coração
Toda vez que fecho os olhos é pra te encontrar
A distância entre nós não pode separar
O que eu sinto por você não vai passar
Um minuto é muito pouco pra poder falar
A distância entre nós não pode separar
E no final, eu sei que vai voltar
Por onde quer que eu vá vou te levar pra sempre
A vida continua
Os caminhos não são tão simples, temos que seguir
Viagem em pensamentos
Uma estrada de ilusões que eu procuro dentro do meu coração
Toda vez que fecho os olhos é pra te encontrar
A distância entre nós não pode separar
O que eu sinto por você não vai passar
Um minuto é muito pouco pra poder falar
A distância entre nós não pode separar
E no final, eu sei...
E no meu coração, aonde quer que eu vá
Sempre levarei o teu sorriso em meu olhar
Toda vez que fecho os olhos é pra te encontrar
A distância entre nós não pode separar
O que eu sinto por você não vai passar
Um minuto é muito pouco pra poder falar
A distância entre nós não pode separar
E no final, eu sei que vai voltar
Eu sei que vai voltar....
ps: Para alguem especial
É tornar óbvio e evidente o que se queria ocultar, ser infiel ou descumprir com o compromisso assumido.
No dito popular, traição significa adultério.
Segundo a psicoterapeuta Olga Inês Tessari, são vários os fatores que levam à traição: questões culturais, carências, insatisfação em relação a desejos e expectativas com o (a) parceiro (a), vingança, a busca pelo novo, o estímulo provocado pela sensação de perigo, ou mesmo de poder. "A idéia de posse existe em quase todas as relações estáveis e as cobranças de fidelidade são normais e aceitas pela sociedade."
Segundo o Aurélio:
Traição. (do lat. traditione,entrega)1.Ato ou efeito de trair (se). 2. Crime de quem, perfidamente, entrega, denuncia ou vende alguém ou alguma coisa ao inimigo. 3. Perfidia, deslealdade, aleivosia. 4. Infidelidade no amor. 5...
Ao ler cada umas das definições vejo que a minha opinião a respeito do assunto não se encontra equivocada, pois acredito que em uma relação quando qualquer umas das partes se torna infiel,que seja em pensamentos,que seja em atitudes, é considerado traição.E vou mais além, a tese de que quem ama trai, essa tese é totalmente contraditória e equivocada,pois creio que a partir do momento que você assume um compromisso com alguém, se propõe então a ficar junto com aquela pessoa, qualquer desses deslizes assim também chamados, sao considerados traição, e o fato de pessoas que traem e dizem que amam, e depois se arrependem dos atos praticados ou ou arrumam aquela porção de desculpas esfarrapadas para traírem, não admito pois quem ama não trai, não trai em pensamento, não trai em carne, simplesmente ama.
E a respeito das idéias que coloquei em questão no inicio da postagem do meu amigo, pra mim são totalmente inquestionáveis, pois são esquizofrênicas, são totalmente loucas, e sem nexos, mas fazer o que, cada um tem suas ideias, agora cabe a nós aceita-las ou questioná-las, e isso e o que estou fazendo agora, pois a minhas ideias os meus principios, o que eu sempre fui ensinada, o meu bom senso, sempre falam mais alto, e me sinto mto bem escrevendo o que penso.
Um abraço a todos que visitam meu blog! bjus
Quando a gente é criança, 




